sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

140 anos depois...

Será que estou em 1867
(2 pequeninos textos)

..."Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável"...
..."O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado"...

Karl Marx in "Das Kapital", 1867

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Em Golpilhares - Lousã

Uma guardiã do jardim
O ínicio... 2ª parte... uma água já está...
Falta o mais difícil...os remates, é o mais chato, aborrecido, dificil, maçador, etc...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Pinhão


Comboio turístico Sec XVIII, Geologia no Verão, Set. 2008

patos e peixes

lago do jardim da Glubenkian, Setembro 2008

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

sábado, 7 de junho de 2008

sombras

à volta da mesa

jogos de luz


no fim da vida



sábado, 1 de março de 2008

Bretanha

Como que saído de um conto de fadas... O Monte de Saint Michel



Claustro da catedral de Saint Michel no Monte Saint Michel



Pormenor da roda e sarilho do elevador de carga da catedral



Concerto noturno de rua em Saint Malo


Preparado para a guerra (neste caso urbana). Loja em Nantes.

Bretanha

Dinan




Rennes

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008


devemos ficar preocupados, muito preocupados

in: "DIÁRIO ECONÓMICO"

Segunda, 14 de Janeiro de 2008

A fascinante tese do ensino da ignorância
Os alunos portugueses de 15 anos estão abaixo da média entre 57 países a Ciências, Matemática e Leitura.Manuel Gonçalves da Silva“A educação de massa, que prometia democratizar a cultura, antigamente reservada às classes privilegiadas, acabou por embrutecer os próprios privilegiados.” C. Lasch.

Em Dezembro, o estudo da OCDE afirmava: os alunos portugueses de 15 anos estão abaixo da média entre 57 países a Ciências, Matemática e Leitura. Este facto gerou mais um conceito “eduquês” de um secretário de Estado que disse à TV qualquer coisa do tipo “Os alunos são ignorantes porque são reprovados” já que os resultados se devem em larga medida às elevadas taxas de retenção. Tão irresponsável doutrina dá crédito a uma curiosa tese da qual se pincelam os traços principais abaixo. Humanidade supra-numerária A correspondência entre “progresso da ignorância” e declínio da inteligência crítica é evidente, como o é a necessidade de competência linguística elementar para o exercício do juízo crítico. Isto assente, porque se aprofunda e tolera a iliteracia que o quotidiano e estudos demonstram?Michéa atribui-a à implantação da Escola do Poder Transnacional assente em reformas perversamente justificadas pela “democratização do ensino” e “adaptação ao mundo moderno”.
Ilustra a teoria com reunião de “quinhentos homens políticos, líderes económicos e científicos de primeiro plano”, em S. Francisco, que concluiu que “no século XXI, dois décimos da população activa serão suficientes para manter a actividade da economia mundial”, pondo a questão: como manter a governabilidade dos oitenta por cento da humanidade supra-numerária?
A solução mais razoável lá defendida é do conhecido Z. Brzezinsky: “criando ‘cocktail’ de diversão embrutecedora e alimentação suficiente que permita manter o humor dessa população”. Este cínico objectivo implicaria reconfigurar o sistema educativo do modo que se passa a sintetizar e se vem assistindo. Excelência para poucos.
Primeiro, há que manter um selectivo sector de excelência que forme as elites científicas e de gestão, enformado pelo modelo da escola clássica, criador de espírito crítico.
No escalão seguinte, ensinam-se competências técnicas com semi-vida estimada de dez anos e ligadas a tecnologias efémeras. Competências descartáveis quando as tecnologias são superadas e cuja aprendizagem não exige autonomia, nem criatividade e, no limite, pode ser feita em casa, frente ao computador. Ajustada ao ensino multimédia à distância proporciona negócio às grandes firmas e torna dispensáveis milhares de professores, sonho economicista e político dos meios do poder.Ignorância para muitos.
Resta o escalão dos supra-numerários (com emprego precário e flexível) que, “jamais constituirão um mercado rentável” e a quem “a transmissão de saberes críticos e mesmo de comportamento cívicos e o encorajamento à rectidão e à honestidade” é indesejável. A esses se destina a escola dos grandes números, a escola que deve ensinar a ignorância coerente com Brzezinsky.
É a escola que produz ignorantes diplomados, incapazes de compreender um texto, ou serem proficientes em matemática.
O ensino da ignorância é objectivo ao qual os professores tradicionais, apesar de excepções, se ajustam mal o que implica a sua reeducação por neo-especialistas em ciências da educação.Estes peritos têm por missão impor condições de “dissolução da lógica” no Ensino, real revolução cultural porque, até recentemente, “toda a gente pensava com um mínimo de lógica, com a notável excepção dos cretinos e dos militantes” .
Os professores tornar-se-ão animadores de actividades transversais e assistentes psicológicos. A escola será um espaço acrítico, um local de animação (Thanksgiving, Halloween…) confiada a associações de pais, aberto a todas as mercadorias tecnológicas ou culturais.
Fascinante e preocupante!
Difícil acreditar que haja esta estratégia capitalista específica, mas as mesmas consequências resultam de políticas incompetentes e do deslumbramento estrangeirado que assolam o país.
É imperativo de cidadania reverter decisões e políticas que alicerçam um Ensino da Ignorância que converta 80% dos portugueses em supra numerários embrutecidos de uma UE, ela própria, ameaçada pelo mesmo mal.
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Manuel Gonçalves da Silva, Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNL e membro do painel Ciência e Sociedade.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

sábado, 12 de janeiro de 2008

ZAHARA

Zahara




UBRIQUE

fotos de Teresa Mariano



En sus proximidades se han localizado los restos de la ciudad romana denominada Ocurris. Cerca también se construyó en época musulmana una fortaleza llamada Cardela, que hoy en día se llama Castillo de Fátima. Fue conquistada en 1485 por Rodrigo Ponce de León, Duque de Arcos, pasando en 1490 a pertenecer a la casa de Arcos. Ya en el siglo XVIII se instalan múltiples fábricas de piel que siguen la tradición musulmana de la marroquinería. Hoy en día es uno de los principales centros de trabajo de la piel de Europa.